Voltando para a simplicidade e pureza de Jesus
  • Pr Cláudio Américo 

    “Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo. Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo.”  II Cor 11:2-3

    A maioria de nós está tão acostumada com alimentos industrializados, que não nos damos conta das substâncias químicas que ingerimos sem saber.

    Com a revolução industrial e com a maior parte da população morando nas cidades, a indústria alimentícia começou a fazer alguns tratamentos artificiais nos alimentos, nos produtos que vinham do campo para conservá-los por mais tempo; e também, para que sua aparência e seu sabor fossem realçados, foram adicionados químicos para “melhorar” a cor e o paladar.

    E assim os diversos aditivos, flavorizantes, espessantes, estabilizadores, corantes, edulcorantes, o glutamato de sódio entraram na nossa dieta, silenciosamente. E com o seu uso aumentaram as doenças graves, as alergias e as intolerâncias que tanto ouvimos falar. Já explico o paralelo disto com as nossas vidas espirituais.

    Iogurte de morango?

    Eu gosto de iogurte. Muito.  Minha preferência por iogurte de morango vem desde a adolescência, que eu me recorde. Até que um dia comecei a olhar o rótulo e ver o que tinha dentro do iogurte de morango, tantos aditivos químicos. Eu procurava alguma frutinha dentro do pote, um pedaço identificável, mas nada de fruta, só a cor da fruta.

    Pensei, vou fazer a minha própria mistura! Comprei iogurte natural (o mais puro que encontrei, sem aditivos) e também morango orgânico, sem química alguma. Ficou caro o meu iogurte! Juntei tudo e vi que não ficou com a mesma cor “rosinha” que estava acostumado; e não tão doce. Coloquei um pouco de açúcar orgânico.  Comi, mas não era o mesmo gosto de “iogurte de morango” que estava acostumado. Pensei: acho que este iogurte e este morango não são legítimos! Raciocinei, se eu coloquei morango orgânico no iogurte natural, tem que resultar em “iogurte de morango”! Sim, claro.

    Então, descobri: cheguei a uma triste conclusão. O problema não estava na minha mistura, nem nos ingredientes e sim, no meu paladar. A imitação do “verdadeiro iogurte de morango” que eu havia consumido durante tantos anos, havia “estragado” o meu paladar. Não conseguia identificar corretamente o sabor do verdadeiro IOGURTE DE MORANGO.

    Evangelho “industrializado”

    Entendo que, no Cristianismo que estamos vivendo, está acontecendo algo semelhante. E este “Evangelho Industrializado” está nos deixando doentes.  Uma imitação, muito bem elaborada, do “Verdadeiro Cristianismo”:

    - um evangelho SEM A CRUZ,

    - um evangelho SEM A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO,

    - um evangelho SEM A OBEDIÊNCIA À PALAVRA,

    - um evangelho SEM A ALEGRIA DA SALVAÇÃO,

    - um evangelho SEM FRUTOS,

    - um evangelho CONFORMADO COM ESTE MUNDO,

    - um evangelho INTERESSEIRO,

    - um evangelho TENDO COMO CENTRO O HOMEM E NÃO JESUS.

    Preste bem atenção no que diz C.H.Spurgeon : “Evitai o evangelho açucarado, assim como evitaríeis um açúcar amaciado com chumbo. Procurai o evangelho que rasga e rompe e corta e fere, entalha e até mesmo mata, pois esse é também o evangelho que vivifica. Quando tiverdes encontrado, prestai boa atenção nele. Permiti que penetre vosso mais íntimo ser. Como a chuva penetra o chão, orai ao Senhor para que seu evangelho encharque vossa alma.”

    Será que o nosso paladar espiritual não está enganado ou estragado? Será que nossos sentidos espirituais não estão amortecidos, doentes por consumirmos uma “imitação de evangelho”? Será que não aceitamos o verdadeiro evangelho, porque ele “machuca” algumas suscetibilidades e o rejeitamos, como algo radical demais?

    Por melhor que seja a imitação ou réplica, ela nunca será a autêntica. Isto serve para os iogurtes, isto serve para o Evangelho.

    Perdendo Jesus

    Nesta caminhada, às vezes, podemos perder Jesus e sua essência. Talvez seja o seu caso, não sei. Tem uma história no evangelho de Lucas (2:41-47) que ilustra muito bem isto.

    “ Ora, anualmente iam seus pais a Jerusalém, para a Festa da Páscoa. Quando ele atingiu os doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa. Terminados os dias da festa, ao regressarem, permaneceu o menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Pensando, porém, estar ele entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos; e, não o tendo encontrado, voltaram a Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. E todos os que o ouviam muito se admiravam da sua inteligência e das suas respostas”. 

    Recorde como foi sua experiência. Temos um encontro marcante com o Senhor, na nossa conversão, quando encontramos Jesus. Sua presença é palpável, sua vida é contagiante em nós, suas “águas fluem” de nossas vidas para outras pessoas. Oramos com fervor, lemos a Palavra com fome, falamos de Jesus para “todas” as pessoas que podemos falar, nos alegramos com a comunhão com os santos, dormimos e acordamos pensando no Senhor. Nos surpreendemos com a vida de Deus, ansiamos pela sua presença, mas o tempo vai passando e parece que Jesus “ficou para trás”. Assim como os pais de Jesus que se dão conta que “o menino” não está mais com eles, depois de terem percorrido uma boa parte do caminho, ocorre o mesmo conosco. E como Maria e José, devemos voltar atrás, examinando onde Jesus está. E a razão de tê-lo perdido.

    Riscos no meio do caminho

    Vejamos o texto principal, em  II Cor 11:2-3. “Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo. Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo.” ( O grifo é meu)

    Paulo usa a figura do “amigo do noivo”. Entendamos melhor o casamento judeu daquela época. As famílias muitas vezes tinham uma pessoa de confiança, um amigo, que fazia a intermediação entre os pais dos noivos. O dote, os valores envolvidos, as condições, as datas, o local e até os preparativos para a celebração, o cuidado com a noiva… quase tudo, o amigo do noivo, tomava conta. Era algo de extrema responsabilidade. E neste trecho, o apóstolo Paulo expressa, por analogia, o seu papel.

    1. Ele diz que prometeu aquela igreja, como noiva, à Jesus. A palavra zelo tem o sentido de ciúme, de extremo cuidado.  E nós sabemos que as noivas naquela época eram bem preparadas, assim como hoje. Paulo estava cheio do amor, zelo e ciúme do Senhor pela Sua Igreja;
    2. Ele lembra que o inimigo quer enganar a Igreja, assim como a serpente enganou a Eva;
    3. Eva foi enganada por, basicamente, dois motivos: INSATISFAÇÃO, aliada com independência e DESOBEDIÊNCIA, por não ter obedecido a Palavra de Deus (ordem);
    4. Eva devia ter resistido à serpente dizendo que havia uma ORDEM EXPRESSA sobre o assunto e também ter recorrido ao Adão.
    5. Hoje podemos nos voltar para o ÚLTIMO ADÃO, que é Jesus e buscar socorro nele. Como está escrito em I Cor 15:45-47: “Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual. O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu.”
    1. Onde ocorre a tentação? Na mente. E Paulo diz que os nossos pensamentos, a nossa mente poderia ser corrompida.  E há um clamor, para que não se perca a PUREZA e a SIMPLICIDADE em nossa devoção, nosso amor ao Noivo Jesus.

    Sinais que temos a Pureza e a Simplicidade

    Alguns sinais que, no meu entendimento, caracterizam, expressam esta pureza e simplicidade da nossa devoção ao Senhor.

    1. Contentamento e gratidão

    Com a chegada do primeiro neto e convivendo com as crianças, estou tendo a oportunidade de vivenciar mais a pureza do coração infantil.

    Algumas experiências interessantes com nosso neto, tem ensinado a mim e minha esposa, como a vida é simples. Um dia desses eu estava com ele na beira da praia, numa praia do litoral do Rio Grande do Sul. Havia uma boa extensão de areia. E poucas pessoas, pois já passava do meio da tarde. E após a chuva, havia uns pequenos cursos d’água que chegavam até o mar. E diversos pássaros estavam se alimentando ali. Corremos atrás deles e eles voando, realmente vivemos “uma grande aventura”. Digna de ser relatada para a sua mãe e avó que nos esperavam em casa.

    Thomas tem pouco mais de dois anos, mas sua alegria por pequenas coisas e satisfação por viver experiências simples, atestam mais e mais a grande verdade que Jesus declarou. Que devíamos nos tornar como crianças para que pudéssemos entrar no Reino dos Céus. Humildes e simples como as crianças. Quando entendemos que somos pequenos e dependentes de alguém superior, fica mais fácil estar contente e ser grato. (I Tss 5:18 – Regozijai-vos sempre. )

    1. Fervor e paixão por Jesus

    Como existem cristãos, hoje em dia, que não estão mais apaixonados por Jesus. Se é que se pode chamá-los de cristãos.

    Como está a tua temperatura a respeito de Jesus? Estás apaixonado ou apenas comprometido com ele, mas de uma forma exterior?

    A religiosidade ou uma crença intelectual, que pouco se diferencia de outras religiões, tem se tornado a normalidade do povo que frequenta as igrejas. É motivo de vergonha ser “fanático”: o que as pessoas podem pensar de mim? Afinal, temos uma fachada para preservar.

    Uma palavra dura, mas oportuna, Jesus nos afirma no livro de Apocalipse 3:15-16 – “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu.”

    1. Sensibilidade ao Espírito Santo

    Como podemos ser sensíveis ao Espírito Santo?

    - Ouvir o que o Senhor diz

    No meio de tantas vozes, de tanta inquietação, de tantas mensagens, há uma necessidade urgente de sermos sensíveis ao Espírito Santo. E abrir nossos ouvidos para ouvir e obedecer. Quando Jesus diz “quem tem ouvidos para ouvir, ouça”, ele está se referindo ao ato de ouvir, entender no espírito e obedecer. Na língua inglesa temos dois verbos, “to hear” e “to listen”. Na verdade o primeiro significa apenas “ouvir com os ouvidos”, mas o segundo significa “escutar, levar em consideração, prestar atenção”.

    - Não deixar o coração endurecer

    Como é fácil o nosso interior, o nosso coração esfriar e endurecer. Será que ainda pedimos perdão e confessamos os pecados (I Jo 1:5-9) como fazíamos antes?

    - Ter um coração disciplinável

    Um coração pronto para ouvir, que aceite disciplina do Senhor, que saiba aprender. Um coração que é receptivo para a semente divina.  Davi era um homem sensível. Fica muito claro como estava o seu coração, sua disposição de ser sondado. No Salmo 139: 23-24 ele diz: “Sonda-me,  ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.” 

    - Querer sempre aprender

    Estar sempre pronto a receber e aprender mais da Palavra de Deus e do Espírito Santo.

    João, o discípulo amado, nos diz em sua primeira carta, no capítulo 2, verso 27, que “a unção (o Espírito Santo) vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa (…)”.

    Observando um aluno dedicado, compreendemos que o simples fato dele “querer aprender” já o faz progredir no seu aprendizado, considerando que a sua mente estará aberta para novos conhecimentos.

    A palavra “discípulo” significa aluno, aprendiz, a pessoa que é ensinada por outra mais madura. E o profeta Isaías, divinamente inspirado, diz algo que é uma lição para nossas vidas: “O SENHOR Deus me deu língua de discípulo, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Ele me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os discípulos” (Is 50:4).

    Na versão RA (Revista e Atualizada), o termo usado é erudito, mas o sentido original é discípulo, instruído, alguém que está aprendendo.

    Se “queremos aprender”, se somos discípulos, então podemos ouvir o Senhor.  Peçamos a Deus que nos dê “ouvido de discípulo” junto com um coração sensível.

    1. Alegria da Salvação

    O autor do livro de Hebreus diz que precisamos nos apegar com mais firmeza às verdades que temos ouvido para que jamais nos desviemos delas. E que não escaparemos se negligenciarmos tão grande salvação (Hb 2:1-3). Se grande é a salvação, também grande é alegria de tê-la.

    O rei Davi, que já mencionamos, quando caiu em pecado cobiçando a mulher do outro (adulterando) e matando-o, para ficar com ela, foi confrontado pelo profeta Natã. Se arrependeu, foi disciplinado e no maravilhoso salmo que escreveu, ele pede que o Senhor “restitua a alegria da salvação e o sustente com um espírito voluntário”. Então, desta forma ele  poderia ensinar os transgressores os caminhos do Senhor, e os pecadores se converteriam a Deus (Sl 51:12-13). Com a alegria da salvação a proclamação do evangelho é mais eficiente e produz resultado.

    O “povo mais feliz da terra” somos nós, o povo de Deus. Será que eu posso ver um sorriso em você que está me lendo?

    e) Não se acostumar com as bençãos, se lembrar sempre do Abençoador

    Por causa da ideologia de um “evangelho chocolate”, adocicado com o açúcar “das promessas de prosperidade”, muitas pessoas começaram a entrar para as igrejas buscando bençãos, riquezas e prosperidade material. E são tantas mensagens na televisão, nas músicas, nas mídias sociais, que estão impregnadas deste “outro” evangelho, que acabamos por amar as bençãos, mas desprezar o Abençoador.

    O Senhor Jesus observou isto, após o milagre dos pães. A multidão o estava seguindo por causa que eles tinham sido saciados em sua fome. Talvez fosse um tempo de crise, de escassez, de miséria e muitas daquelas pessoas estavam realmente passando necessidades, as mais básicas que podemos imaginar.

    O Mestre não estava desprezando tais carências, tanto é que fez este tipo de milagre mais que uma vez, mas disse que a nossa prioridade deveria ser buscar a “verdadeira comida”, que “é fazer a vontade do Pai e realizar a sua obra” (cfe. Jo 4:34). Vejam o texto em  João 6: 26-27 – “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo.

    1. Não sermos neutros / Sermos radicais

    Não ser neutro. No início da Segunda Guerra Mundial, o governo da Holanda declarou-se neutra. Foi no dia 9 de maio de 1940. No dia 10 os exércitos alemães invadiram o seu território. Na esfera espiritual não há como ser neutro. Uma suposta neutralidade nos levará para o lado das trevas.

    O que é ser radical, no contexto deste artigo? Vou dar um exemplo. Quando casamos com alguém, nós pertencemos a ela, nossos afetos estão vinculados a ela, nosso tempo e espaço são compartilhados. A partir deste momento, nossa vida está ligada a esta pessoa. Posso dizer que sou radicalmente casado com minha esposa. Não tem lugar para “mais ou menos”.

    Se Jesus deu sua vida por nós e a Igreja é a sua noiva, então não existe outra postura aceitável em mim a não ser minha total ligação com ele. Sou radicalmente dele.

    João 15:13 “ Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando.”

    Perdendo a simplicidade e pureza

    O acomodamento e o conforto de uma vida abençoada podem nos levar a perder o caminho da simplicidade e pureza devidas a Cristo. Começamos bem na carreira cristã, mas podemos nos desviar. Os cientistas aeroespaciais nos dizem que se lançarmos um foguete daqui para Marte com um erro de 2,5 cm em sua rota, tal foguete vai chegar com um erro de 1.500 km.

    Os fariseus, na época de Jesus, começaram bem. Seu fim não foi bom. Jesus chamou-os de hipócritas, quer dizer, falsos, de enganadores e de serpentes venenosas. Eles ensinavam algo que não viviam. Obrigavam as pessoas a fazerem algo que nem eles mesmos não conseguiam fazer. Isto é um alerta àqueles que ensinam, que pregam e cuidam do rebanho do Grande Pastor.

    Podemos nos acostumar com “as coisas santas”, mas não ter uma coerência com a santidade que ensina a Bíblia. E gradativamente sermos influenciados pelo jeito do mundo, de se viver e de se pensar.

    Voltando

    Precisamos voltar para Jesus. Voltar para a simplicidade e pureza do Evangelho do Reino. Voltar à comunhão com Jesus, que é o filho de Deus. Nosso mestre e senhor.

    Crer integralmente em tudo o que Jesus fez, ensinou e ordenou.

    Obedecê-lo, nas pequenas e grandes coisas.

    Descomplicar nossa vida. O que enreda e atrapalha nos levando para longe de Deus, deve ser deixado.

    E permanecer nele (Jo 15:4).

    Simples assim. Peça ao Senhor, que o Espírito Santo te leve novamente ao caminho, à forma de comunhão que um dia desfrutaste, ao primeiro amor, a uma vida apaixonada e empolgante na presença dEle, todos os dias.

    “ Pois Deus permitiu que conhecêssemos o segredo do seu bom e maravilhoso plano, a saber: muito tempo atrás, em sua vontade soberana, ele resolveu convergir no tempo certo, debaixo da autoridade de Jesus Cristo, tudo o que existe no céu e na terra.”  Paráfrase J.B. Philips / NTLH Efésios 1:9-10

     

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    10 março 2018 | CAC | Nenhum Comentário |

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